Avizinhava-se mais uma peregrinação nacional de acólitos e o nosso grupo conjuntamente como muitos outros grupos, no dia um de Maio partiu rumo a Fátima.
A hora prevista de saída era ás seis horas, mas tal não veio acontecer. Como é habitual atrasamo-nos cerca de meia hora.
No autocarro encontrávamo-nos 31 acólitos do GASPC (Grupo de Acólitos S. Paulo da Cruz, sector do Grupo S. Paulo) e os acólitos da paróquia de Vila Franca e respectivos familiares.
A viagem até Fátima correu bem, com uma pequena paragem numa estação de serviço, com alguma cantoria e muita diversão, em que todos aproveitaram para fazer algo: descansar, ouvir musica, jogar as cartas, …
Quando chegamos a Fátima vestimos as alvas e fomos em direcção à capelinha das aparições, onde já se encontravam muitos acólitos a rezarem o terço. Terminado a recitação do terço do rosário, iniciou-se a procissão de entrada para a eucaristia, onde deviam estar presentes uns dois mil acólitos. A celebração da eucaristia de São José operário foi presidida por D. António Maria Bessa Taipa, presidente da Comissão Episcopal de Liturgia.
Juntamente connosco, na Eucaristia também participaram outros grupos de peregrinos vindos de Portugal, Espanha, de Itália, da Polónia e de outros sítios, assim sendo, e para haver uma maior participação na celebração de todos, o evangelho bem como outras partes da celebração eucarística foram recitadas em Espanhol, Italiano e Polaco. A Eucaristia deu-se por terminada por volta das 12:30h. Finda a Eucaristia aproveitamos para tirar a foto de grupo, desparamentar-nos e dirigimo-nos para o autocarro, com o objectivo de alimentar o corpo, pois a do Espírito já tínhamos alimentado.
Almoçamos junto do Paulo VI, relativamente perto uns dos outros e onde partilhamos a merenda.
Até ás 15h, hora estipulada para sair em direcção a Coimbra, aproveitamos também o tempo para ir ao café, à livraria, para passear, para rezar, …
Por volta das 15.15h estávamos já a caminho da cidade universitária, chegando a esta por volta das 16h.
O tempo estava chuvoso e os guarda-chuvas eram reduzidos para o número de pessoas, o que dificultou a nossa caminhada por Coimbra, assim, como a maioria dos locais que pensáramos visitar, encontravam-se fechados. Porem, ainda conseguimos visitar a Sé velha, a Sé Nova, a Universidade de Coimbra e a Igreja da Santa Cruz.
Por todos os imprevistos, a nossa visita não correu como esperávamos e pelas 18h já nos encontrávamos no autocarro, onde decidimos parar no seminário Passionista em S. M. Feira para comer algo. A hora de chegada a Barroselas foi pelas 21h.
Ás 19h, já nos encontrávamos em Santa Maria da Feira, onde nos juntamos numa sala, merendando e conversando até as 20h, hora em que partimos.
Durante o restante percurso de regresso, rezamos um pouco, descansamos e reflectimos sobre o dia, que apesar de não ser como o esperado, foi positivo, pois foi um dia diferente, em que nos juntamos a um outro grupo que já começa a ser-nos familiar e foi também um dia em que compartilhamos, demonstrando o que é ser acólito e a nossa união como grupo. Um dia a repetir…
Joana Campelo
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